Onboarding de TI: o funcionário novo trabalha no primeiro dia?
Computador não pronto, e-mail não criado, acessos "depois". Por que onboarding é processo de TI e como ele evita produtividade perdida e risco de segurança.
Quanto tempo, na sua empresa, uma pessoa nova leva pra começar a produzir de verdade?
Parece pergunta de RH. Mas é de TI.
Em muita empresa, o primeiro dia de um contratado é uma sequência de "aguenta aí": o computador ainda não ficou pronto, o e-mail foi solicitado mas ninguém criou, e alguém vai verificar depois quais acessos ele precisa. O que era pra ser o primeiro dia de trabalho vira um dia de espera. Às vezes dois ou três, até tudo funcionar.
E tem um segundo problema, mais silencioso. Quando a configuração é feita na correria, aparecem os atalhos: acesso a mais "pra não travar", senha padrão que ninguém troca, um computador montado diferente dos outros, e permissões que ficam com a pessoa mesmo depois que ela muda de função.
Isso não é só desorganização. É produtividade perdida e risco de segurança que ninguém parou pra somar.
Quando a TI trata o onboarding como processo, muda tudo. A função já tem um perfil de acessos definido. O computador sai no padrão. As contas ficam prontas antes de a pessoa chegar. No primeiro dia, ela senta e trabalha.
É um detalhe de bastidor que ninguém nota quando funciona. Mas quando não funciona, todo mundo nota. E a conta chega de dois lados: no tempo da pessoa nova sendo paga pra esperar, e no tempo de quem largou o próprio trabalho pra resolver tudo na pressa.
Na sua empresa, uma pessoa nova trabalha já no primeiro dia? Ou o onboarding começa com um "espera aí que estou resolvendo seus acessos"?